vem de zap

Como foi o Norvana

Vamos começar a contar esse case com uma frase clichê: a gente tinha um sonho… e esse sonho era um festival sobre criatividade e cultura de inovação capaz de juntar gente de tudo que é área, pra falar sobre tudo que é coisa.

E como a gente é meio que viciado em fazer coisas incríveis, não deu pra começar pequeno. A primeira edição foi memorável, com 4 palcos, 26 palestras, 5 painéis, 30 horas de conteúdo e 47 palestrantes e painelistas.

E não teve só isso, não. Também trouxemos experiências além das palestras e painéis, com direito a passeio de kart, patinete elétrico, bike e moto elétrica, quebra-cabeça, pintura, yoga, meditação, dança circular e muito chopp no final do evento.


Fala mais que tá pouco

Como dissemos antes, um dos nossos objetivos era unir todas as tribos. Queríamos um festival que falasse de tudo um pouco e atraísse profissionais das mais diversas áreas.

O resultado? Conseguimos trazer para nossos palcos temas como futurismo, novas lógicas de consumo, design, redação, inovação, tecnologia, transformação digital, privacidade, empreendedorismo, blockchain, novos métodos de trabalho, branding, finanças, psicologia e ainda tem mais. Foi muita coisa mesmo.


As expectativas foram superadas

Organizar evento dá trabalho. E um desse tamanho foi coisa de louco mesmo. Mas dá pra dizer que, desde a primeira edição, a gente ficou surpreso com o resultado. E deu pra ver o tamanho do potencial do negócio.

Conseguimos atrair 454 participantes, lotamos o espaço e conhecemos um monte de gente legal. Na pesquisa de satisfação, recebemos muitos elogios pela organização, temas apresentados e estrutura do local.

No fim das contas, aprendemos com o que não deu certo, vamos manter o que a galera amou e prometemos trazer uma edição ainda melhor e maior em 2020.